Esse tal de Roque Enrow #DiaMundialDoROCK



Amanhã, dia 13 de julho, é comemorado o dia mundial do rock, mas eu acho mais que justo começarmos a comemorar desde antes, desde muito antes, talvez, todos os dias do ano, o que acham? Meu contato com o rock foi o que me despertou para a música em si. Talvez tardio, talvez cedo, comecei a descobrir o rock aos meus 14 anos e desde então não larguei mais. Hoje o rock na minha vida é regado a diversos outros estilos que se integram a ele, já aviso logo que não sou nem nunca fui rockista e acho um saco quem é, mas tenho que admitir que a culpa de todo o meu despertar para a música boa veio daí, do rock, dos amigos rockeiros, da cena alternativa da cidade e desse clima tão bom que tudo isso tem. Saudades Centro de Cultura, saudades Acrock, saudades Concha Acústica, saudades Casa do Rock, saudades Viela. Point do Rock no micareta não porque minha mãe nunca me deixou ir (a música da Rita Lee representa mesmo a preocupação da minha mãe durante a minha adolescência, haha). Muito da atividade da cena local se perdeu pela falta de bons espaços que existiram e deixaram de existir ao longo dos anos, mas ela ainda está viva e as nossas bandas estão aí nos gritando que sim.

O dia 13 de julho foi escolhido em homenagem ao Live Aid, um megaevento de rock que aconteceu em 13 de julho de 1985 ao mesmo tempo na Inglaterra e nos Estados Unidos. Foi Phil Collins quem, no evento, pediu que aquele fosse considerado o dia mundial do rock e é claro que o seu pedido foi atendido. Afinal, um evento que conta com nomes como Phil Collins, Led Zeppelin, Queen, Paul McCarteney, Mick Jagger e Keith Richards merece mesmo ficar conhecido como o evento que originou o dia mundial do rock, não é mesmo? Por acaso, ou não por acaso, a data 13 de julho coincide com a data de formação dos Rolling Stones, em 1962.

Bem, mas então vamos à parte que interessa? A parte que eu faço uma relação dos (meus) clássicos do rock que eu acho que valem muito a pena ser lembrados e celebrados hoje e sempre? Vamos!!!

AC/DC

Claro que não poderia faltar esta música que embalou tantos shows na minha adolescência. Highway to Hell é um clássico eterno. 



The Who

Ganhei um CD do The Who no meu aniversário de 15 anos e ouvia em looping infinito porque simplesmente era bom demais. Então, vamos de My Generation?



Queen

Depois que eu levei uma piada federal por não saber quem era Freddie Mercury, eu não só passei a saber que ele era o vocalista icônico e inigualável do Queen como passei a admirá-lo e admirar a banda de com força (em minha defesa, eu só tinha 14 anos, não tinha qualquer influência rockística em casa e tinha acabado de descobrir o tal do Roque Enrow, rsrs). Queen é uma banda que sempre está na minha playlist e que eu nunca pulo a música porque sempre coaduna com o meu humor seja qual ele for naquele dia.

Vamos de Bohemian Rhapsody porque essa música e esta apresentação são simplesmente INCRÍVEIS!



The Beatles

Eu tenho uma blusa dos Beatles e uso sem parar e não tô nem aí porque eu amo mesmo. É, eu tenho praticamente 24 anos e uso camisa de banda e vou continuar usando até completar 92. Haha.

E vamos de Helter Skelter porque não tem música mais rock ‘n’ roll que essa. Essa é pra quem acha que Beatles só tem rock balada.



Led Zeppelin

Mais uma banda icônica que obviamente não poderia faltar na lista, Led Zeppelin. Esta música em especial marcou muito a minha adolescência porque sempre fazia parte do repertório das bandas daqui de Conquista e toda vez que tocava era um êxtase certo do público do início ao final.

Esta eu dedico ao meu namorado lindo porque essa é uma das bandas favoritas dele. <3


  
Pearl Jam

Banda amor, vocalista amor, tudo amor. Se me perguntarem sobre grunge, respondo primeiro Pearl Jam e só depois lembro da existência do Nirvana. Amo Pearl Jam e vou ficar velhinha ouvindo. E devo ficar velha antes do Eddie Vedder porque esse cara não envelhece nunca. Haha.

Solta Even Flow aí!



Muse

Porque é claro que eles não poderia faltar Muse, né? Então vamos de Stockholm Syndrome.



Pink Floyd

É claro que eu ia trazer a icônica Pink Floyd com a igualmente icônica Another Brick In The Wall porque não pode faltar de jeito nenhum.



Janis Joplin

E obviamente também não poderia faltar a nossa rainha do rock ‘n’ roll, não é mesmo? Janis Joplin é rainha eterna!


  
Blink 182

E essa eu coloquei já de sacanagem pra matar qualquer enjoadinho do coração. Hahaha. Pode arrancar os cabelos. Marcou minha adolescência e coloco aqui MESMO! Saudades meus 15 anos. 



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Bem, espero que tenham gostado da relação. Nunca foi minha intenção esgotar o rol de bandas de rock ou de dizer que esses são os clássicos globais de todo mundo. Apenas são algumas das bandas de rock que realmente tiveram alguma ou toda influência na minha vida. Apenas uma lista de amostragem em ordem totalmente aleatória, então, não precisa pirar se eu deixei tal ou tal banda de fora e se eu incluí tal ou tal banda. Apenas, long live rock and roll!

UMA DOSE DE CULINÁRIA: RECEITA MASSA DE PIZZA




Amanhã é o dia da pizza!
E para comemorar, que tal você mesmo(a) fazer a pizza em casa? Massa e tudo?
Esta receita já foi aprovada por muitos dos meus amigos, pode apostar!
Dá o play e não se esqueça do like!







Beijinhos!



Resenha: Sem Esperança (Losing Hope), de Colleen Hoover



Sem Esperança (Losing Hope) é o segundo livro da série Hopeless e encerra a duologia que conta a história de Sky e Holder. A resenha de Um Caso Perdido (Hopeless), primeiro livro da série, já foi feita por mim e postada aqui no blog, então, se você ainda não leu o livro um da série, sugiro que faça a leitura da resenha anterior, mas não leia esta resenha, pois não tem como falar de Sem Esperança sem dar spoilers de Um Caso Perdido. A menos, é claro, que você seja uma pessoa como Aninha Fonsêca e não se importe com spoilers (risos). (Clique aqui para ler a resenha de Um Caso Perdido)

Ao saber que o segundo livro da série não era necessariamente uma continuação, mas a mesma história contada sob o ponto de vista de Holder com alguns poucos adendos, eu não sabia exatamente o que esperar, mas foi bom assim porque no final a surpresa foi ótima, o livro é tão bom quanto o primeiro e nos deixa com uma sensação maior de completude. 





Sem Esperança começa 13 meses antes de Holder conhecer Sky e, se no primeiro livro da série nós ficamos curiosos para saber um pouco mais sobre ele e sua história, neste livro nós o conhecemos a fundo, sabemos exatamente quais pensamentos o assombram e como tudo o que aconteceu à sua volta o afetou, temos respostas para muitas de nossas perguntas e até respostas para perguntas que nem sabíamos ter. 

É bastante interessante ver a história por outro lado, mas não se engane, Sem Esperança também é emocionante e surpreendente. Logo nas primeiras páginas, no primeiro capítulo do livro, nós já somos atropelados quando Holder nos conta sobre quando ele encontrou Less no quarto dela, já sem vida. Nesse momento, eu juro que senti um arrepio que foi do dedinho do pé até o último fio de cabelo. A partir daí, o livro seguiu com o misto de emoções e surpresas que já é característica marcante de Colleen Hoover. 



Uma novidade de Sem Esperança, é que nele somos apresentados a Daniel, amigo de Holder que esteve presente durante todo o tempo e inclusive conheceu Sky, mas com o qual não termos contato em Um Caso Perdido. Daniel é uma figura muito engraçada e, arriscaria dizer, carismática, apesar das suas loucuras e seu espírito brigão. Nesse segundo livro, temos um gancho para o spin-off de Collen Hoover, Finding Cinderela, que conta a história de Daniel e Six, e confesso que fiquei entusiasmada. Além de Daniel, também conhecemos um pouco sobre a família de Holder, a relação entre eles e o que se sucedeu com todos eles desde o desaparecimento de Hope. 

Assim como em Um Caso Perdido, Collen Hoover cumpre o papel de nos fazer rir e chorar, nos apaixonarnos e nos surpreendermos. São inúmeras sensações com uma mesma história e um mesmo livro e, no final, o resultado foi amor. Amei Sem Esperança tanto quanto amei Um Caso Perdido e afirmo que, por mais completo ou satisfeito que você tenha se sentido com o final de Um Caso Perdido, não deixe de ler Sem Esperança porque vale muito à pena.  Continuemos na torcida para que saia o filme da série. 


Maratona Literária de Inverno 2015 |TBR



Olá pessoal,

Nós do Uma Dose Para o Meu Dia resolvemos aceitar o desafio de participar da Maratona Literária de Inverno 2015, realizada pelo canal Geek Freak!!!

O desafio consiste, basicamente, em ler uma quantia maior de livros do que a que estamos acostumadas durante o período de um mês (de 06 de Julho a 03 de Agosto) – com nossa agenda apertada é realmente uma prova de fogo!!! Mas vamos lá, e seja o que Deus quiser! Rs.

Para explicar um pouquinho mais sobre esse desafio de leitura intensa e para apresentar nossa TBR, resolvemos fazer um vídeo! Espero que gostem! XD



OBS: Infelizmente, as inscrições para a Maratona se encerraram no dia 03 de julho, mas não fique triste se você não conseguiu se inscrever! Você pode se desafiar a cada dia, e que forma melhor de fazer isso do que com boas leituras?

Além disso, ao longo da Maratona, a interação com os inscritos será feita através das redes sociais Facebook, Twitter e Youtube, então vocês podem nos acompanhar também! =)



TOP 5 CANECA | VIVI SOBRINHO



Para quem não sabe, eu faço coleção de canecas.  E hoje resolvi trazer para você meu TOP 5. No vídeo eu explico o porque da escolha de cada uma delas. Na verdade, não escolhi as mais bonitas, nem as que uso mais, mas, sim, aquelas que tem um significado mais que especial para mim. É bom quando as coisas te lembram pessoas e momentos. Por isso, com as minhas canecas, eu creio que não coleciono "coisas", mas, sim, emoções e marcos.





Espero muito que vocês gostem. Não se esqueçam de se inscrever no canal e dar aquele bom "joinha".


CANECA 1:

Esta é a primeira caneca da minha coleção. Foi presente de uma amiga queridíssima, a Bruna Sobreira.  Ela me deu há aproximadamente 13 anos (não sei dizer direito! sou péssima com datas).
Tem meu nome em espanhol, e o que está escrito (eu acho) que se aplica a minha personalidade!



CANECA 2:

Essa foi presnte de aniversário desde ano da querida Priscila Honorato. Ela nem sabia que eu colecionava. Mas entrou na loja para comprar um presente específico e mudou de ideia quando viu a caneca! Eu amei!




CANECA 3:

Presente do meu esposo! Foi muito difícil escolher entre as canecas que ele me deu, porque todas são absolutamente lindas! Mas essa foi um marco para nós.



CANECA 4:

Presente da querida amiga Renata, é especial para tomar chazinho em dias frios.


CANECA 5:

Minha irmã-artista, Sara, fez à mão! Ela tem essa frase linda "YOU IS KIND, YOU IS SMART, YOU IS IMPORTANT", que é do filme Vidas Cruzadas. A mensagem do filme é emocionante e importante para nós, por isso a caneca é mais que especial. Além disso, cada detalhe nela, a minha irmã fez com muito carinho. É muito amor!



Espero que gostem!
Beijos!


Resenha: O histórico infame de Frankie Landau-Banks, de E. Lockhart



O histórico infame de Frankie Landau-Banks, E. Lockhart
Editora Seguinte

Nota no Skoob: 4.1/5 
Nota no Orelha de Livro: 4/5 
MINHA Nota: 9/10
Gênero: Ficção/Jovem Adulto

Todo mundo sabe que eu sou apaixonada por livros. Que eles tipo, são a coisa mais importante na Terra para mim (depois dos seres humanos, é claro. Não de todos os seres humanos, é claro também, risos, livros são mais legais que muita gente por aí). O que muitas pessoas não sabem é que são autores como Emily Jenkins, a.k.a. E. Lockhart, que me fazem amar cada dia mais esse universo incrível onde as palavras são minha casa e também meu alimento.
Eu conheci a E. Lockhart através do livro Mentirosos (clique aqui para ler a resenha), e fiquei enlouquecida querendo ler tudo mais que ela já houvesse publicado porque a escrita dela é simplesmente fantástica, seus enredos são tão incríveis quanto e é tudo tão bem elaborado que te faz se apaixonar mesmo. Estou oficialmente apaixonada pela escrita da Emily e ela já conquistou um grande espaço no meu coração. Preciso ressaltar também que essa autora é amiga de ninguém mais ninguém menos que John Green, e eu tô tipo GENTE, TAMBÉM QUERO SER AMIGA DE VOCÊS, POR FAVOR, TE AMO, TE AMOS. Que pessoas mais lindas, faz todo sentido que eles sejam amigos mesmo.
Certo, agora partindo para o que realmente interessa nesse post, que é o livro “O histórico infame de Frankie Landau-Banks”, preciso começar essa resenha com uma citação muito relevante do livro:
             
“É melhor ficar sozinha, ela pensa, do que ficar com alguém que não te enxerga como você é. É melhor liderar do que seguir. É melhor falar do que ficar em silêncio. É melhor abrir portas do que fechá-las na cara das pessoas.”

O livro conta a história de Frankie, uma jovem da elite estadunidense, que estuda num colégio interno muitíssimo famoso e conceituado, filha de pais divorciados, irmã mais nova de uma garota cheia de iniciativa, e considerada por todos do seu ciclo mais próximo como uma “princesinha”. O problema é que ela odeia esse rótulo. E o outro problema é que ela não tem ideia de como se livrar dele até começar o seu 2º ano do ensino médio na escola.
Frankie mudou muito dos 14 para os 15 anos, naquelas férias ela literalmente se transformou de menina a mulher. Cresceram os seios, o cabelo e a pele ficaram mais bonitos, mudou o porte, a postura e até as roupas (porque as antigas já não estavam mais cabendo nela), e essa mudança exterior de alguma forma colaborou também para uma mudança interior. Junto com o que ela ganhou de “atributo” exterior, nasceu na garota uma expectativa de autoconfiança que só se desenvolve com o tempo.
Quando Frankie retorna ao colégio interno, nós começamos a ter uma perspectiva da rotina dela e também da crise interior que ela enfrenta entre quem ela realmente é e quem aparenta ser, além do conflito que existe dentro da garota entre o que ela quer pra si e o que realmente importa.
Logo no começo das aulas, Frankie sofre um pequeno acidente que faz com que ela seja notada pelo garoto pelo qual ela alimentava uma paixonite desde o ano anterior, mesmo quando ela tinha um namorado. Esse garoto se chama Matthew, e, aos olhos de Frankie, é a pessoa mais incrível que existe no colégio, ele é perfeito em cada um dos aspectos da sua existência e o fato de ele dar a ela o mínimo de importância faz com que ela se sinta absolutamente especial. OK, até então nada diferente dos livros de romance que estamos acostumados a ler. Mas Frankie não é mais uma na multidão e, apesar de haverem livros clichês muito bons mesmo, Frankie existe para transgredir o óbvio e é uma delícia acompanhar a jornada dela enquanto se descobre como capaz de fazer isso.

“Matthew tinha dito que ela era inofensiva. Inofensiva. E estar com ele fazia Frankie se sentir como se estivesse esmagada dentro de uma caixa – uma caixa onde ela deveria ser encantadora e sensível (mas não sensível demais); uma caixa para as garotas jovens e bonitas que não eram tão brilhantes ou poderosas quanto seus namorados. Uma caixa para pessoas cuja força não merecia ser levada em conta. Frankie queria ser uma força.”

Muitos fatores levam Frankie a se incomodar com o universo no qual está inserida e com o papel que ela sente que foi designado a ela. Ela sabe que é uma garota privilegiada, vivendo uma vida privilegiada, mas ela quer ser mais que uma garota inteligente e bonita, ela quer mostrar sua importância, principalmente frente ao machismo velado existente na sociedade que ela e todos nós habitamos.
Frankie começa a perceber e literalmente dissecar as regras implícitas do convívio social e com uma abordagem densa sobre o panóptico (ideia difundida através da obra Vigiar e Punir, de Foucalt), dentre outras questões, ela decide que quer ser mais do que lhe disseram que ela pode ser, ela não quer ser uma princesinha, ser a pessoa por trás de alguém, ela quer mostrar que é capaz de mais que isso e que a sociedade de controle não tem controle algum sobre ela.
Preciso dizer pra vocês, Frankie é bem louca, e concordo quando ela mesma reconhece e algumas pessoas dizem que ela é meio obsessiva, mas eu sei bem como é ter uma mente eternamente em ebulição e acho fantástica a maneira como a personagem se desenvolve, mostrando seu potencial, independente dos erros. Afinal, os erros e obstáculos, se aproveitados da maneira certa podem se tornar degraus, e principalmente nos mostram verdadeiramente quem somos e quem queremos ser.
Gosto da ambientação do livro também, de toda essa história de sociedade secreta e grupos exclusivos nada inclusivos. Acho legal a maneira como Frankie se atrai pela popularidade, pela leveza e diversão de Matthew e seus amigos, até perceber como aquilo é tão fácil e natural para eles enquanto é tão difícil e injusto para ela. É interessante também ver como ela quer lutar contra isso, mas ao mesmo tempo manter tudo absolutamente igual. Qualquer pessoa que tenha passado pelo ensino médio, mesmo que não tenha sido num colégio interno extremamente caro e exclusivo dos Estados Unidos, tem uma noção de como parece que o rascunho da vida começa a se desenvolver nessa época e de como os grupos e “panelas” ali formados parecem que vão definir toda sua história se você não tomar algum controle sobre a sua existência. Sempre gosto de ler sobre isso e tive um inferno médio ao invés de ensino médio, então gosto muito de analisar essas questões.
Há alguns personagens muito interessantes, que acabei por não conhecer tão bem como gostaria, como a amiga e colega de quarto de Frankie, Trish, e também o Alfa, melhor amigo de Matthew e crush de Frankie, que é um mistério tão misterioso que não posso falar mais nada sem dar spoilers. Mas, posso dizer: como gostaria de interrogar o Alfa pra tirar umas 2948 dúvidas que ficaram na minha cabeça sobre ele ao longo do livro.
Acho que, dentre muitas mensagens que a E. Lockhart quis passar através desse livro, ela brilhantemente fala sobre feminismo para jovens de uma maneira concreta e pautada numa ideologia de igualdade que eu adiro, com coerência e sem radicalismos.

“Ela não será simples e doce. Ela não será o que as pessoas dizem que ela deve ser. Aquela princesinha está morta.”

Ela fala também, principalmente, sobre autoconhecimento, não permitir que as pessoas te subestimem, e faz uma reflexão muito interessante sobre a constante vigilância que existe na nossa sociedade e que nos limita de tantas maneiras que nem podemos nos dar conta do quanto se não pararmos para realmente analisar.
Achei brilhante em muitos aspectos, mas, confesso que queria MAIS, queria maiores explicações, queria um vislumbre maior do futuro, entretanto, reconheço a característica da narrativa da autora em não falar nada além do absolutamente necessário – “Mentirosos” que o diga! Então vou viver e lidar com minha frustração por não saber mais sobre tudo que gostaria de saber enquanto aguardo ansiosamente novas publicações dessa autora maravilhosa que escreve tão brilhantemente histórias tão fantásticas – OMG, são muitos elogios, mas garanto que ela merece todos!
            Espero que tenham gostado da resenha e se interessado pelo livro. Garanto que a leitura é proveitosa, apesar de a minha obra preferida dessa autora continuar sendo Mentirosos, acho que ela não decepciona em nada, até porque “O incrível histórico...” foi escrito antes de Mentirosos, o que só quer dizer que ela tem evoluído bastante.


Algumas das minhas quotes favoritas:








         
Obs.: Outras capas do mesmo livro, em inglês. Eu adorei especialmente essa que é um envelope com um selo vermelho de bassê, quando vocês lerem o livro, entenderão o motivo! :)

























   Fica a dica! ;)


Resumo oficial:
Aos catorze anos, Frankie Landau-Banks era uma garota comum, um pouco nerd, que frequentava a Alabaster, uma escola tradicional e altamente competitiva. Mas tudo muda durante as férias. Na volta às aulas para o segundo ano, o corpo de Frankie havia se desenvolvido, e ela havia adquirido muito mais atitude. Logo ela chama a atenção de Matthew Livingston, o cara mais popular do colégio, que se torna seu novo namorado e a apresenta ao seu círculo de amigos do último ano. Então Frankie descobre que Matthew faz parte de uma lendária sociedade secreta - a Leal Ordem dos Bassês -, que organiza traquinagens pela escola e não permite que garotas se juntem ao grupo. Mas Frankie não aceitará um "não" como resposta. Esperta, inteligente e calculista, ela dará um jeito de manipular a Leal Ordem e levantará questionamentos sobre gênero e poder, indivíduos e instituições. E ainda tentará descobrir se é possível se apaixonar sem perder a si mesma.

"Brilhante!" — John Green
"Totalmente incrível." — Scott Westerfeld
"Um dos meus livros favoritos do ano. Se você ainda não leu, leia agora." — Libba Bray

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